Quase uma década depois de uma parceria considerada bem-sucedida, a Ceetrus volta a assumir, em exclusivo, a propriedade do Alegro Setúbal, passando novamente a deter a totalidade do centro comercial.
Para Benjamin Top, Diretor de Património da Ceetrus – Espanha / Portugal / Luxemburgo, “esta operação insere-se na estratégia de consolidação da Ceetrus em Portugal e, de forma mais geral, no recentramento dos nossos ativos ‘core’ de elevado valor acrescentado. Estamos muito satisfeitos por recuperar a plena propriedade de um ativo que conhecemos muito bem e cuja performance está solidamente comprovada. Através desta operação, a Ceetrus demonstra a sua capacidade de identificar e aproveitar oportunidades de investimento criadoras de valor, em linha com a sua estratégia patrimonial”.
A Ceetrus contou com o acompanhamento da equipa de Capital Markets da Nhood. Enquanto parceira e consultora da operação ao serviço da imobiliária, a empresa de serviços imobiliários desempenhou um papel central neste processo de aquisição, assegurando o enquadramento estratégico e a coordenação necessária à concretização da transação.
“Esta aquisição é um novo exemplo da nossa capacidade de aconselhar investidores em operações de grande dimensão, graças à nossa experiência setorial e a um conhecimento aprofundado do mercado internacional, nomeadamente do mercado português, criando valor para todas as partes envolvidas”, afirma Rui Vacas, Head of Capital Markets Iberia da Nhood.
Situado numa das principais portas de entrada da cidade de Setúbal, a cerca de 40 quilómetros de Lisboa, o centro beneficia de uma localização num eixo rodoviário de grande relevância. Implantado no cruzamento de três das principais autoestradas que asseguram a ligação entre Lisboa, o Algarve e ao sul de Espanha, o Alegro Setúbal afirma-se como um equipamento comercial de referência no contexto regional.
“Conhecemos bem este ativo, pois acompanhámos o seu nascimento, a sua construção com o território e a sua evolução lado a lado com os habitantes. É um espaço que cria valor de forma sustentável e que, na nossa opinião, ainda não atingiu todo o seu potencial. Pretendemos, por isso, continuar a desenvolvê-lo. Representa na perfeição a resiliência e a atratividade dos ativos de comércio de proximidade quando estão bem ancorados, bem localizados e bem geridos”, acrescenta Benjamin Top.