De acordo com os resultados divulgados pela ERA Portugal referentes ao primeiro semestre de 2026, entre janeiro e junho de 2026, a consultora teve uma faturação total que ascendeu a 63,2 milhões de euros, traduzindo-se num crescimento de 6% face ao período homólogo.
Este desempenho deve-se, por um lado, ao volume de negócios intermediado pela rede, que ultrapassou os 1,24 mil milhões de euros, um acréscimo de 5,8% face ao período homólogo, e, por outro lado, ao preço médio de venda, que registou uma valorização de 4,2%, fixando-se acima dos 234 mil euros pela primeira vez na história da marca.
Rui Torgal, CEO da ERA Portugal, afirmou: “Em conjunto, estes números traduzem uma mudança qualitativa no mercado: não é o número de transações que se destaca, mas antes o valor médio de cada negócio, cada vez mais elevado, num sinal inequívoco de valorização do património imobiliário nacional”.
A atividade comercial também teve resultados positivos, com o número de negócios fechados a ultrapassar os 6.300, praticamente em linha com o período homólogo.
ERA Portugal registou 19.040 angariações
Do lado da oferta, a ERA Portugal registou 19.040 angariações no primeiro semestre de 2026, um crescimento expressivo de 7% face ao período homólogo. Rui Torgal, comentou o resultado postivo, que “constitui um sinal particularmente encorajador para a atividade futura da rede. Num mercado em que a escassez de oferta continua a ser um dos fatores mais determinantes para a sua dinâmica, o aumento das angariações reflete a confiança renovada dos proprietários na marca e antecipa uma atividade comercial robusta nos próximos meses”.
Portugueses impulsionam o mercado
Segundo a rede, são os portugueses que continuam a impulsionar, de forma decisiva, o mercado imobiliário nacional, representando 85% dos registos de compra de casa analisados no primeiro semestre de 2026, um aumento de 5% face ao período homólogo.
Ainda assim, a procura internacional mantém expressão relevante, representando 15% dos clientes da rede. Entre os mercados estrangeiros, o Brasil surge em primeiro lugar, com 2% do total de clientes, seguido do Reino Unido, Angola, França e Estados Unidos, num retrato que confirma a diversidade e o alcance internacional da marca.
Rui Torgal, conclui: “Todos os indicadores demonstram que a estratégia de crescimento continua a ser executada com um nível de excelência, reforçando a nossa proposta de valor no mercado imobiliário nacional, tanto junto de clientes portugueses como internacionais. O volume de negócios e, sobretudo, o crescimento das angariações são indicadores que traduzem a confiança dos clientes na marca e nos seus profissionais."