O Segmento Urbano anunciou o lançamento do ATLAS, uma nova plataforma de inteligência territorial que transforma a forma como são tomadas decisões sobre terrenos no setor imobiliário e da construção.
A apresentação oficial decorrerá no próximo Salão Imobiliário de Lisboa (SIL), entre 23 e 25 de abril, onde a empresa irá apresentar ao mercado uma nova abordagem à leitura territorial. Durante o evento, vai ser possível testar gratuitamente a ferramenta solicitando relatórios completos.
O ATLAS permite compreender o potencial de um ativo territorial, identificar as condicionantes e o enquadramento urbanístico e explorar cenários de desenvolvimento, reduzindo o risco associado à tomada de decisão. Vai ser possível que o utilizador, através de uma interface simples, desenhe diretamente um terreno no mapa e aceda a uma leitura integrada que reúne informação que exigiria múltiplas fontes e análise técnica especializada.
A plataforma agrega dados georreferenciados, legislação urbanística e planos territoriais, como PDM, REN ou RAN, aplicando modelos de interpretação automatizada que permitem organizar e transformar grandes volumes de informação técnica e normativa numa base clara e utilizável para a decisão.
De acordo com Maria João Correia, arquiteta e fundadora do Segmento Urbano, “A forma como hoje se decide sobre território continua, em muitos casos, desajustada à complexidade e ao valor em causa. Projetos de milhões dependem ainda de informação dispersa, processos morosos e interpretações pouco uniformes. O ATLAS surge precisamente para desafiar esse modelo e introduzir uma nova forma de ler o território: mais integrada, rápida e alinhada com a exigência atual do setor. Mais do que uma ferramenta digital, representa uma mudança de paradigma na forma como se estrutura a decisão territorial.”
A responsável refere também. “O ATLAS é uma plataforma de inteligência territorial pensada para evoluir de forma progressiva, tanto em cobertura como em profundidade de análise e funcionalidades. Está a ser disponibilizada de forma faseada, acompanhando a integração contínua de novos dados e capacidades. A ambição é que se torne uma referência transversal para diferentes perfis, de profissionais a particulares, e que passe a fazer parte natural do processo de decisão, com a flexibilidade e robustez que o setor exige.”
O ATLAS fornece, assim, um relatório imediato e automático sobre o terreno. A funcionalidade encontra-se atualmente disponível em Lisboa, Porto, Sintra, Cascais, Setúbal, Lagos, Beja, Alcácer do Sal, Matosinhos e Aljezur. Para o restante do país, o relatório é enviado num prazo de 48 a 72 horas.
A nível tecnológico, a ferramenta resulta de uma arquitetura avançada desenvolvida em parceria com a Closer, combinando inteligência artificial, processamento de dados geoespaciais e múltiplas fontes de informação territorial.
O site do ATLAS (ATLAS.com.pt) já se encontra disponível, mas a aplicação estará disponível nos sistemas Android e IOS em julho deste ano.