Novo projeto da Libertas no Montijo já gerou 14,5 milhões em vendas

Modjo Riverside, Montijo
Modjo Riverside, Montijo

Localizado junto à frente ribeirinha do Montijo, o Modjo Riverside foi oficialmente apresentado pela Libertas na última edição do SIL – Salão Imobiliário de Portugal, que coincidiu com o arranque da sua comercialização, a 25 de abril. Tendo como principal público-alvo os jovens e os investidores interessados em arrendar, os preços desta primeira fase de vendas arrancam nos 240.000 euros para um T1 e nos 349.000 euros para o T2.

Desde então, já foram vendidos 45 dos 217 apartamentos que o integram, o que se traduz em mais de 14,5 milhões de euros em vendas, avança a Libertas. A maioria, 62%, destas aquisições tiveram como finalidade investimento, contra 38% para habitação própria.

 “Estes números demonstram que estamos perante uma mudança estrutural. A Margem Sul deixou de ser vista apenas como uma alternativa a Lisboa para assumir um papel próprio na atração de residentes e investidores que procuram qualidade de vida, proximidade e potencial de valorização”, considera o CEO da Libertas, Pascal Gonçalves.

O que estamos a assistir é à afirmação de novas centralidades urbanas. A procura já não é determinada apenas pela proximidade ao local de trabalho, mas também pela qualidade do espaço, pelo acesso a serviços e pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional”, comenta.

 

Libertas vai continuar a reforçar na Margem Sul

Fruto de um investimento global de 70 milhões de euros, o empreendimento integra 217 apartamentos T0 a T3 distribuídos por três pisos. A construção arranca este mês de junho, prevendo-se que as primeiras chaves comecem a ser entregues no final de 2028.

Com este desempenho comercial, o grupo Libertas reforça a sua convicção no potencial de crescimento do Montijo e da Margem Sul, continuando a apostar em projetos que antecipam as novas tendências de habitação em Portugal”, refere em comunicado.

Projetos estruturantes como a futura ligação ferroviária de alta velocidade, a terceira travessia do Tejo e o novo aeroporto serão determinantes para a região. Mais do que infraestruturas de mobilidade, representam fatores de transformação económica e territorial que poderão contribuir para o surgimento de novos centros metropolitanos”, conclui Pascal Gonçalves.

 

 

Imagem cedida pela Libertas