A Dils anunciou a inauguração, dia 14 de outubro, em parceria com a Galeria Underdogs, da exposição coletiva “Espaços em Movimento”, que transforma os seus escritórios em Lisboa numa galeria de arte.
A “Espaços em Movimento” resulta de um processo curatorial desenvolvido pela Galeria Underdogs para a Dils. A seleção de obras foi pensada para dialogar com a arquitetura e os diferentes espaços do escritório; com este projeto, a consultora procura aproximar o setor imobiliário da criação artística.
A exposição reúne 17 obras, na sua maioria obras únicas e produzidas nos últimos quatro anos por 12 artistas portugueses e internacionais: Add Fuel, AKACORLEONE, Ana Malta, FAILE, Halfstudio, Julien Raffin, Paul Insect, Pedrita Studio, PichiAvo, Tamara Alves, Vasco Maio e Wasted Rita. Entre pintura, colagem, azulejo, néon e escultura, as peças cruzam referências urbanas, gráficas, orgânicas e abstratas.
O projeto afirma-se, assim, como expressão do compromisso da Dils com a cultura, sendo também uma peça central do Dils Club, “um espaço de encontro e partilha da marca, que procura criar novas experiências, aproximar diferentes comunidades e promover ligações para além do contexto de negócio”, segundo o comunicado divulgado.
A exposição parte da ideia de movimento em dois sentidos: a transformação física dos espaços e a mudança de perceção de quem os percorre. Instaladas num escritório em uso, criam pontos de referência e estabelecem relações entre diferentes zonas do escritório. Como resume o texto curatorial, “mais do que ocupar um espaço, cada obra contribui para o transformar”.
Pedro Lancastre, CEO da Dils Portugal, afirmou: “Na Dils Portugal, acreditamos que os espaços ganham alma quando contam histórias, provocam emoções e acolhem a criatividade. Com a Galeria Underdogs, os nossos escritórios passam a ser também um lugar de encontro com a arte contemporânea, para quem trabalha connosco e para quem nos visita. É precisamente esta a ambição do Dils Club: ter uma casa de portas abertas, que seja muito mais do que um escritório, onde possamos reunir pessoas, cruzar diferentes universos e convidar a olhar e a pensar de forma diferente. Desta vez, através da arte”.
Delfina Sena, curadora na Cultural Affairs, comentou: “O ponto de partida desta exposição foi o poder transformador da arte e a sua capacidade de alterar a perceção de um lugar. Sem intervir fisicamente na arquitetura, uma obra pode enaltecer o ambiente de um espaço, propondo uma nova leitura de um lugar que nos é familiar e criando, assim, novas relações. Este potencial de transformação está no cerne de ‘Espaços em Movimento”.