O processo de comercialização do Liberty 227 foi conduzido pela Savills e pela CBRE em regime de co-exclusividade, tendo atingindo uma taxa de ocupação de 100%. Propriedade da Arish Capital Partners, o edifício de escritórios conta com mais de 2.300 m² de área e resultou de uma reabilitação integral, sendo composto por nove pisos, com espaços de escritórios, retalho de luxo no piso térreo, terraço no primeiro piso e entrada de luz natural.
Situado numa das zonas Prime CBD de Lisboa, encontra-se próximo de transportes públicos e estacionamento próximo, bem como de restaurantes e hotéis. O processo contou com a colaboração entre as partes envolvidas.
De acordo com Frederico Leitão de Sousa, Head of Offices da Savills Portugal, “O sucesso da comercialização do Liberty 227 confirma uma tendência no mercado de escritórios de Lisboa: os ativos Grade A destacam-se pela procura, atraem ocupantes de referência e alcançam níveis de renda que reforçam a diferenciação face aos restantes imóveis. Aproveito para agradecer à Arish Capital Partners pela confiança e pela colaboração próxima ao longo de todo o processo. Esta parceria foi decisiva para o resultado alcançado no Liberty 227.”
Por sua vez, Cláudia Ribeiro, Head of Offices Leasing da CBRE Portugal, acrescentou: “Num contexto em que as empresas procuram cada vez mais espaços capazes de inspirar pessoas, reforçar a cultura organizacional e atrair talento, o Liberty 227 apresentou uma proposta de valor verdadeiramente diferenciadora. A sua ocupação integral valida, não só, o investimento realizado na sua reabilitação, como reforça a crescente relevância de edifícios de elevada qualidade, sustentáveis e centrados na experiência dos utilizadores, nos principais eixos empresariais de Lisboa.”
Já André Farinha, Business Development Director da Arish Capital Partners, conclui: “É com enorme satisfação e orgulho que a Arish Capital Partners assinala a ocupação total dos escritórios do Liberty 227. Agradecemos à Savills e à CBRE o empenho e a proximidade demonstrados, que foram determinantes para este resultado. Este desfecho reforça uma tendência que temos vindo a acompanhar de perto: os ativos Grade A, bem localizados, continuam a atrair os ocupantes mais exigentes, num contexto em que a oferta de espaços de qualidade é cada vez mais limitada.”