C&W elabora relatório de sustentabilidade da Norfin

C&W elabora relatório de sustentabilidade da Norfin
Fotografia: C&W

A Cushman & Wakefield (C&W) foi, mais uma vez, a entidade responsável pela elaboração do Relatório de Sustentabilidade do Grupo Norfin, referente a 2025.

A edição reflete o compromisso da Norfin com a integração dos princípios ESG na sua estratégia e modelo de gestão.

O trabalho dá continuidade ao apoio prestado pela C&W na definição e implementação da estratégia de ESG e Sustentabilidade do Grupo. Desta forma, e entre os principais destaques de 2025 encontra-se a evolução da classificação EcoVadis de Silver para Gold, refletindo o reforço das práticas de sustentabilidade, ética empresarial e governance.

A Norfin implementou também no âmbito ambiental, avaliações de risco climático nos processos de investimento, introduziu cláusulas ESG em projetos de design e construção e consolidou a sua estratégia de certificação sustentável, atingindo 38 certificações concluídas.

A empresa registou ainda progressos significativos na gestão sustentável do seu portefólio, reduzindo em 51% a intensidade energética para 10,89 kWh/m², aumentando para 45% a utilização de eletricidade renovável e encaminhando mais de 6.700 toneladas de resíduos para reciclagem ou reutilização. Em simultâneo, monitorizou as emissões de gases com efeito de estufa, que totalizaram cerca de 16,2 toneladas de CO₂e, abrangendo os Scopes 1, 2 e 3.

A nível social reforçou o investimento nas suas pessoas, alcançando uma equipa de 151 colaboradores, uma representação feminina de 44,4% e um índice de engagement dos colaboradores com a organização de 8,5/10. Foram ainda promovidas iniciativas de formação e desenvolvimento, incluindo mais de 110 horas de formação ESG para Diretores e Gestores.

O Grupo também registou um investimento superior a 15 mil euros em iniciativas de impacto social, complementado por nove ações de voluntariado corporativo e mais de 178 horas de voluntariado dedicadas a projetos de educação, inclusão e apoio a comunidades vulneráveis

Ao nível da governance, reforçou a integração de critérios ESG nos processos de due diligence de investimento, incorporou riscos ESG na matriz corporativa de risco e passou a incluir indicadores de sustentabilidade na política de remuneração.