Algarve

JLL expande rede de serviços no Algarve

Ana Tavares |
JLL expande rede de serviços no Algarve
Living Armona

O Algarve é a nova aposta da JLL, região onde está a expandir os seus serviços de consultoria, depois de ter aberto escritório em plena pandemia. Conta atualmente com uma equipa de 6 pessoas em permanência.

A consultora tem estado ativa em várias linhas de serviço e envolvida em vários negócios de referência nas áreas do investimento, agência, avaliações, residencial e promoção imobiliária, que envolveram ativos de habitação, hotelaria, retalho ou escritórios. Só no último semestre do ano passado, a JLL esteve envolvida na venda do Hotel Aqualuz em Lagos (20,7 milhões de euros), bem como na transação dos escritórios da Regus na Quinta do Lago a um novo fundo da Square AM (2 milhões), apoiada pelo departamento de Capital Markets. Destaca-se também a atuação do departamento de Development, o qual representou a SPX na compra do The Keys por um valor de 95 milhões. Na área de Avaliações, a equipa da JLL foi responsável pela avaliação do portfólio Tivoli, que integra os hotéis Tivoli Carvoeiro e Tivoli Marina Vilamoura, além de ter avaliado o projeto Crow, em que se incluem vários ativos imobiliários localizados na região, nomeadamente em empreendimentos como Vale do Lobo, Quinta do Lago e Vilamoura.

A ideia é alargar a atuação num modelo semelhante ao já adotado em Lisboa e no Porto.

Em comunicado, a JLL explica que «reforçar organicamente na região vai garantir à JLL uma cobertura total do mercado português, com equipas no Porto, Lisboa, Cascais, Algarve e muito brevemente na Comporta, disponíveis para prestar todos os serviços que um imóvel possa necessitar, qualquer que seja a sua finalidade».

A consultora destaca que, além do imobiliário residencial e turístico, o retalho ou os escritórios têm também várias oportunidades no Algarve: «a região tem uma excelente oportunidade para se posicionar no contexto europeu não só como destino de turismo de lazer, mas também como um destino para os nómadas digitais, numa altura em que o teletrabalho e a crescente digitalização nas mais diversas áreas funcionais marcarão o futuro. Nisto, é importante apostar em infraestruturas como o imobiliário de serviços e de retalho, além claro do alojamento, embora esse segmento já seja bem mais sofisticado na região».